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O advogado Marco Antônio Vasconcelos Alencar Junior. |
Norival era considerado foragido, até ser preso no último dia 2 de junho, em São Paulo, de onde foi trazido para o presídio regional de Joaçaba. Com a concessão do Habeas Corpus o acusado responderá o processo em liberdade, desde que cumpra as medidas determinadas pela justiça.
Em nota enviada ao Portal Éder Luiz, o advogado criminalista Marco Antonio Alencar, que defende o acusado, deu detalhes da decisão:
Recentemente foi divulgado pela imprensa a prisão de um garçom que estava foragido e que foi capturado no Estado de São Paulo… Ocorre que a versão da fuga do garçom não era verdadeira, tanto que na noite de ontem, nosso tribunal de justiça reconheceu o direito do mesmo voltar ao trabalho, na cidade de Suzano, se assim quiser, ou permanecer na cidade. Também não é verdade a divulgação de que o mesmo participava de uma organização criminosa, onde diversas pessoas acabaram presas na operação denominada Bandeira 2. Tanto não era verdade, que o processo que apura a conduta do Garçom foi desmembrado dos demais acusados, correndo em separado e, na noite de ontem lhe foi concedido habeas corpus para responder o processo em liberdade. Agora referido garçom poderá demonstrar que era apenas um usuário e não um traficante, até porque, sabemos que a droga pune não só os traficantes, mas alguns usuários que por ironia do destino, acabaram caindo no vício. A soltura do garçom acontecerá após a análise do Dr. Marcio, o qual lhe aplicará medidas cautelares diversas da prisão, o que deve acontecer no decorrer do dia.
Operação Bandeira 2
A operação Bandeira 2, uma das maiores já realizada na repressão ao tráfico de drogas em Joaçaba, Treze Tílias e região, resultou na apreensão de drogas, celulares, dinheiro, uma arma de pressão que simula uma verdadeira, e os veículos Ford Fusion, Gol (2) e Chevrolet Corsa Sedan. Ao todo foram cumpridos 10 mandados de busca e dos 10 de prisão expedidos pelo Juiz.
De acordo com o delegado Daniel Régis, na época das primeiras prisões as investigações estavam acontecendo há pelo menos três meses e trata-se de uma quadrilha envolvida no tráfico e associação ao tráfico de entorpecentes. Um dos Indivíduos: Alan de Jesus Alves da Conceição, era, segundo o delegado, um dos traficantes mais perigosos que a DIC já prendeu nos últimos anos.
Ainda segundo a polícia, outros taxistas acabaram sem saber sendo usados pelos traficantes para fazer corridas e transportar drogas, por isso o nome da operação Bandeira 2.
Fonte: Portal Éder Luiz.