O Secretário de Desestatização do governo Bolsonaro, Salim Mattar, disse nesta quarta-feira (29) que o cronograma é privatizar a Telebras em julho de 2021, os Correios em dezembro do mesmo ano e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em janeiro de 2022.
Para 2020, a meta é privatizar 300 ativos, levantando R$ 150 bilhões, segundo Mattar. “Em 2019 ficamos muito focados na reforma da Previdência, este ano a agenda de desestatizações irá caminhar mais”, afirmou.
O secretário destacou também que a União participa de 698 empresas e que Banco do Brasil (BBAS3) e Caixa Econômica Federal e Petrobras (PETR3; PETR4) não serão privatizadas.
“Precisaria mudar a lei e não fazemos as mesmas coisas que os governos anteriores para ter maioria no Congresso”, defendeu.
Apesar disso, Mattar elogiou o Congresso, afirmando que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), estão muito conscientes da situação do país.
Fonte: InfoMoney