Em julgamento realizado em fevereiro em Joaçaba o jardineiro Vagner do Nascimento foi condenado a 31 anos pela morte da estudante Mariane Telles. O caso gerou uma grande comoção no município. O corpo da jovem foi encontrado dias após a morte escondido num matagal no interior do município de Jaborá. A pena aplicada pelo crime ficou em 31 anos em regime fechado e mais 10 dias de multa. Vagner Fernandes do Nascimento foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio triplamente qualificado, sendo que foram impostas as qualificadoras de asfixia, ocultação de cadáver e estupro.
Redução da pena
Logo após a condenação, o advogado contratado pelo jardineiro, Álvaro Xavier, ingressou com recurso no Tribunal de Justiça em Florianópolis por não concordar com o estupro e com a pena que foi aplicada. “Com todo respeito ao magistrado aqui, mas a defesa achou que a sentença ela extrapolou, fizemos um recurso e o Tribunal acatou parcialmente” explicou o advogado.
Os Desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ), que analisaram o recurso, decidiram reduzir a pena aplicada pelo juiz de Joaçaba em quase 4 anos. Com esta nova pena, o jardineiro estará no regime semi-aberto em no máximo 5 anos, acredita o advogado. “Considerando remissão, e algumas vantagens que possam advir para o preso em razão do seu comportamento e outros elementos em pouco tempo ele estará neste regime mais brando. Para a defesa foi uma vitória, pois o estupro não ficou comprovado” destacou o advogado.
A pena, com a redução, segundo o acórdão, ficou em 28 anos e 8 meses. Os Desembargadores levaram em consideração a confissão do réu e a aplicação da pena sem muitos exageros observando critérios técnicos. “O Tribunal enxerga com outros olhos, as vezes de uma forma mais técnica, e baseado nisso ocorreu esta redução” observou ele.
O advogado informou também que a defesa procura por fatos novos que possam acrescentar e até reabrir a investigação, mesmo o jardineiro tendo confessado o crime. “A defesa não se convenceu de que ele cometeu este crime, temos esta dúvida e vamos continuar investigando para achar algo mais” finalizou o advogado.
Por Marcelo Santos
Fonte: Rádio Catarinense
Redução da pena
Logo após a condenação, o advogado contratado pelo jardineiro, Álvaro Xavier, ingressou com recurso no Tribunal de Justiça em Florianópolis por não concordar com o estupro e com a pena que foi aplicada. “Com todo respeito ao magistrado aqui, mas a defesa achou que a sentença ela extrapolou, fizemos um recurso e o Tribunal acatou parcialmente” explicou o advogado.
Os Desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ), que analisaram o recurso, decidiram reduzir a pena aplicada pelo juiz de Joaçaba em quase 4 anos. Com esta nova pena, o jardineiro estará no regime semi-aberto em no máximo 5 anos, acredita o advogado. “Considerando remissão, e algumas vantagens que possam advir para o preso em razão do seu comportamento e outros elementos em pouco tempo ele estará neste regime mais brando. Para a defesa foi uma vitória, pois o estupro não ficou comprovado” destacou o advogado.
A pena, com a redução, segundo o acórdão, ficou em 28 anos e 8 meses. Os Desembargadores levaram em consideração a confissão do réu e a aplicação da pena sem muitos exageros observando critérios técnicos. “O Tribunal enxerga com outros olhos, as vezes de uma forma mais técnica, e baseado nisso ocorreu esta redução” observou ele.
O advogado informou também que a defesa procura por fatos novos que possam acrescentar e até reabrir a investigação, mesmo o jardineiro tendo confessado o crime. “A defesa não se convenceu de que ele cometeu este crime, temos esta dúvida e vamos continuar investigando para achar algo mais” finalizou o advogado.
Por Marcelo Santos
Fonte: Rádio Catarinense