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Investigados seguem preso em Florianópolis. |
A relatora, desembargadora Marli Mosimann Vargas, destacou em seu voto que, embora a prisão preventiva sacrifique a liberdade individual, ela é decretada em prol do interesse social.
Neste ponto, a relatora afirmou não vislumbrar a ocorrência de constrangimento ilegal, pois a decretação da prisão preventiva tem por base a garantia da ordem pública e a conveniência da instrução criminal, e nos autos há prova da materialidade do delito e indícios suficientes de autoria.
Entre os presos estão os joaçabenses José Norberto D´Agostini e José D´Agostini Neto.
Fonte: TJ SC